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Faleceu no Trauma CG

Pais lamentam a morte do jovem Jonatas Dantas internado há sete dias

Ele foi vítima de um acidente de carro na BR 412 próximo a Sumé PB

14/02/2020 15h49Atualizado há 2 semanas
Por: Sidney Silva
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Jonatas Dantas Morais de 32 anos estava internado desde o último dia 8 de fevereiro no hospital de Trauma de Campina Grande, ele foi vítima de um acidente de carro na BR 412 próximo ao município de Sumé, Jonatas foi socorrido e ficou na área vermelha do Hospital e em seguida foi transferido para uma Unidade de Terapia Intensiva UTI.

Durante a internação, foram feitos vários exames e alguns procedimentos para deixá-lo estável, na noite desta quarta feira (13), familiares chegaram a postar mensagens em grupos de aplicativos de mensagens, que Jonatas havia falecido por volta das 19h, após ouvirem a informação de um dos médicos plantonistas, um tio e a irmã de Jonatas foram até o hospital constatar a veracidade e acabaram se deparando com alguns sinais vitais do jovem, o pai enviou um áudio pedindo orações e dizendo que acreditava que Jonatas estava vivo, segundo eles Jonatas chegou a lacrimejar e seu corpo ainda estava quente.

A família informou que para constatar a morte do jovem, faltavam ainda mais um exame de imagem com avaliação de um neurologista, para assim confirmar juntamente com o resultado primeiro a morte encefálica, segundo informações de dentro do hospital, o paciente   havia feito dois dos três exames necessários. 

Na tarde desta sexta feira por volta das 15h, a mãe de Jonatas, Benilda Dantas noticiou com muita tristeza o falecimento de seu filho, o corpo de Jonatas será sepultado na cidade de Santa Cruz do Capibaribe -PE local onde reside, o horário e o dia não foi informado pela a família.

MORTE ENCEFÁLICA:

É a definição legal de morte. É a completa e irreversível parada de todas as funções do cérebro. Isto significa que, como resultado de severa agressão ou ferimento grave no cérebro, o sangue que vem do corpo e supre o cérebro é bloqueado e o cérebro morre.

O paciente em morte cerebral pode ser mantido "vivo" enquanto os aparelhos estiverem ligados. No momento em que os aparelhos são desligados, o paciente é verdadeiramente dito como morto, e neste caso, desligar os aparelhos não é considerado eutanásia, pois o paciente não tem chances de sobreviver. 

Alguns exames:

  • Doopler transcraniano: Demonstra ausência de insonação dos vasos cerebrais, em pacientes previamente insonados; Ausência de fluxo diastólico ou reverberante;  Pequenos picos sistólicos isolados.
  • Arteriografia cerebral: Ausência de fluxo sangüíneo na entrada do cérebro dos quatro vasos em vinte segundos; Parada circulatória no polígono de Willis; Enchimento lento acima de quinze segundos do seio longitudinal superior cerebral;
  • Cintilografia cerebral: Ausência de perfusão cerebral pelo radioisótopo confirma o diagnóstico de morte encefálica.
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